A Batalha do Apocalipse

28 10 2010

A Batalha do Apocalipse é acima de tudo uma obra prima, e de um brasileiro, Eduardo Spohr.

Que começou vendendoseus livros independentemente, e caiu nas graças da lista dos 10 mais vendidos da Veja. E de uma grande editora, claro.

A história é sensacional, com uma estrutura, que se analisada de fora, é esteticamente perfeita. Os personagens tem tamanha profundidade que conseguem te comover, ou te deixar feliz. Os fatos são narrados de forma espetacular.

E o enredo? Aí é outra história que deixo você descobrir sozinho.

Delicioso de ler, leve, denso, épico. Como disse o jornalista José Louzeiro, não há nada na literatura brasileira que se assemelhe a isto. Nada.

Com uma cultura de se dar inveja, o autor deixou o livro vasto de informações e curiosidades, e conseguiu ser crível em um livro de FANTASIA. É clara a influência de Tolkien e de RPG também.

ABdA abre precedentes pra toda uma gama de livros, deficiente de autores brasileiros. E o livro mostrou a que veio, lotou a Bienal e vem lotando sessões de autógrafo por todo Brasil.

Uma leitura obrigatória pra você, nerd. E pra você que não é também.

Uma leitura obrigatória e ponto.

Certo que já está na lista dos meus preferidos. E lá em cima.

lúcifer e gabriel morrem no final, #prontofalei


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21ª Bienal do Livro de São Paulo

21 08 2010

A Bienal pra quem gosta de livros é um evento bem legal, que tem praticamente todas as editoras, é uma experiência bacana, que temos de 2 em 2 anos. Fui hoje, no último final de semana e me deparei com um Anhembi ABSURDAMENTE lotado. Se você pretende ir de ônibus (ou pretendia, porque acaba amanhã) NÃO VÁ. Putz.. que caos. Qualquer coisa de graça no Brasil, vira várzea. Achei uma alternativa e cheguei lá a tempo de ver o painel do Eduardo Spohr, o autor de A Batalha do Apocalipse que me fez ir hoje.

(o antes)

A divergência de informações foi grande, a palestra começou uma hora antes do previsto, e tinha que pegar senha duas horas antes. Impossível. Já contava como perdida a palestra, mas fui até o salão pra ver o que que tava rolando. Fiquei parado uns 2 minutos na porta, que era de vidro e o autor pediu pra organizadora me deixar entrar. Fiquei feliz. Lá no fundão, mas o salão era pequeno e dava pra ver bem. Então quem chega, quem? A Gica (Verde Velma) e o Fabio Yabu! Que ficaram do meu lado e foram muito simpáticos comigo. Até dei meu banquinho pra ela.

(o depois)

Depois do painel tinha a sessão de autógrafos, a maior e mais demorada fila de toda a Bienal. Quem tava autografando eram o JN, Azaghal e Spohr. Após algumas poucas horas na fila, consegui o meu, tirei foto e falei com eles. Bem simpáticos também.

(#ABdA)


Em geral, pra tudo tinha fila na Bienal. TUDO. De água a entrada no stand. Alguns eu nem entrei, preguiça a fila imensa. Tava basicamente igual a do ano retrasado, só  com que com menos variedades na praça de alimentação e mais filas.

 

(O POVO)

Ah, e prepare-se, o seu eu-consumista lá dentro é bastante forte.

A organização estava ok, mapas pra todo canto, filas, pelo menos, organizadas e tal. Ah, mesmo que fosse ruim eu ia gostar. Uma experiência que de 2 em 2 anos vale a pena o esforço. Mas vá preparado pra voltar cansado, isso sim!








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