21ª Bienal do Livro de São Paulo

21 08 2010

A Bienal pra quem gosta de livros é um evento bem legal, que tem praticamente todas as editoras, é uma experiência bacana, que temos de 2 em 2 anos. Fui hoje, no último final de semana e me deparei com um Anhembi ABSURDAMENTE lotado. Se você pretende ir de ônibus (ou pretendia, porque acaba amanhã) NÃO VÁ. Putz.. que caos. Qualquer coisa de graça no Brasil, vira várzea. Achei uma alternativa e cheguei lá a tempo de ver o painel do Eduardo Spohr, o autor de A Batalha do Apocalipse que me fez ir hoje.

(o antes)

A divergência de informações foi grande, a palestra começou uma hora antes do previsto, e tinha que pegar senha duas horas antes. Impossível. Já contava como perdida a palestra, mas fui até o salão pra ver o que que tava rolando. Fiquei parado uns 2 minutos na porta, que era de vidro e o autor pediu pra organizadora me deixar entrar. Fiquei feliz. Lá no fundão, mas o salão era pequeno e dava pra ver bem. Então quem chega, quem? A Gica (Verde Velma) e o Fabio Yabu! Que ficaram do meu lado e foram muito simpáticos comigo. Até dei meu banquinho pra ela.

(o depois)

Depois do painel tinha a sessão de autógrafos, a maior e mais demorada fila de toda a Bienal. Quem tava autografando eram o JN, Azaghal e Spohr. Após algumas poucas horas na fila, consegui o meu, tirei foto e falei com eles. Bem simpáticos também.

(#ABdA)


Em geral, pra tudo tinha fila na Bienal. TUDO. De água a entrada no stand. Alguns eu nem entrei, preguiça a fila imensa. Tava basicamente igual a do ano retrasado, só  com que com menos variedades na praça de alimentação e mais filas.

 

(O POVO)

Ah, e prepare-se, o seu eu-consumista lá dentro é bastante forte.

A organização estava ok, mapas pra todo canto, filas, pelo menos, organizadas e tal. Ah, mesmo que fosse ruim eu ia gostar. Uma experiência que de 2 em 2 anos vale a pena o esforço. Mas vá preparado pra voltar cansado, isso sim!





Verde Velma

28 05 2010

Verde Velma, nas palavras da própria: “Talvez Verde Velma seja o alter ego de Gica Trierweiler, porque Verde Velma canta e dança, compõe letras e se apaixona sempre. Costuma se apresentar pelos lugares com figurinos temáticos, entre goles de água mineral. Alternando-se entre seus violões (o azul e o vermelho), Gica Trierweiler dá vida à Verde Velma em um universo musical RGB. Voz, violão e alguns comentários sobre histórias doces de amores que deram certo (ou não).”

Verde Velma

São músicas calmas, tranquilas e com letras legais, perfeitas pra um dia a noite sem fazer nada. Conheci a Gica no Podbility (qualquer dia ainda falo dele aqui!) e então, por curiosidade, fui atrás das músicas dela, sob o nome artístico Verde Velma, e gostei pra caramba.

Vocês podem baixar as músicas dela no Trama Virtual, que é um projeto muito bacana, você se cadastra (é rápdio!) e faz o download grátis das músicas, então o artista delas é remunerado, por meio de cotas de patrocínio, um meio de fugir da pirataria virtual.

Se quiserem saber mais sobre o projeto, acessem Verde Velma, e no twitter ela é @verdevelma.

Pra ouvir a música Chafariz, uma das melhores, na minha opinião, clique aqui: Chafariz








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