Como são feitas trilhas sonoras?

11 11 2011

Eu adoro cinema, isso não é segredo pra ninguém.

E adoro saber como é feito o cinema.

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Trilhas muitas vezes são maiores que as próprias cenas, outras completam o momento, mas um filme sem trilha é certamente indigesto.

Por trás desses simples músicas que ouvimos em super produções de games, simples puzzles, comédias românticas e filmes iranianos há uma grande produção, e não falo de edição, escolha ou momento, falo de produção.

Hoje há a facilidade de criar sons sintéticos, mesmo ás vezes soando falso e artificial, mas ainda há os que preferem a boa e velha orquestra (a maioria, por sorte).

Sim, uma grande orquestra só pra aquilo, magistral, não?

[youtube:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=AKYn4ACAd7s#!%5D

Aqui vai o link de uma matéria da Globo News sobre isso.





O Homem que Criou a Comic Sans

11 11 2011

A Comic Sans divide as pessoas.

As que gostam e as que não gostam. Geralmente elas nem se relacionam.

Eu não entendo nada de tipografia, falo apenas brincando da comic sans, repito o que ouço: há problemas de entre letra e espaçamento. Simplesmente acho feia. Redonda. Mas daí pra odiar tá longe.

Outros defendem a alcunha de que se fosse usada para o fim certo não seria tão ruim. Talvez.

Meu santo não bate com o demônio dela e ponto.

A fonte foi encomendada pela Microsoft para imitar letras de quadrinhos. Foi quando descobriram que se quisesse deixar qualquer coisa automaticamente fofinha, que usasse ela. Aí vulgarizou.

Foi criada pelo designer  Vincent Connare em 1994, e compartilho aqui esse pequeno documentário sobre a fonte. É curtinho e vale ver.





O primeiro Hipster do mundo

11 11 2011

Eu odeio Chaves, então o Seu Madruga era mendigo.

Já o Mr. Potato Head…

Gotta love Toy Story.

via





Occupy USP

11 11 2011

É sem base alguma ou fundamento sólido, argumento real ou prova que opinamos sobre a ocupação da reitoria na USP.

Mas opinamos, e adoramos fazer isso. Discutir, dar pitaco. Ninguém perguntou, mas a gente responde. Somos auto-suficientes.

Exponho os fatos: diante de uma situação que vinha sendo levada nas surdinas há algum tempo, houve o estopim. Três estudantes foram pegos fumando maconha, abordados pela PM, presente no campus, que tentou levar-lhes a delegacia. Não foram. E começa o protesto.

De inocente a deliquente, invadiram a reitoria cheio de ideias esquerdistas e reinvindicações duvidosas: em suma, pedem a saída da PM da Cidade Universitária – mas ainda lembrando dos recorrentes e constantes protestos acerca do tão querido reitor João Grandino Rodas – a quem acusam de nepotismo, corrupção e várias outras coisas – e lutam ainda por uma universidade mais pública, mais aberta ao povo. É o medo da privatização.

Idealistas estudantes de filosofia veem a PM como sombra de  uma ditadura militar cheia de repressão e censura. Mas são número inexpressivo frente aos 80.000 estudantes da melhor universidade da América Latina.

Explique-se, após a presença dos policiais os números de assaltos, sequestros e roubos de carros cairam na ordem de 89%. Inegável dizer que o lugar ficou mais seguro.

Agora, há de se questionar a invasão da reitoria, a depredação de patrimônio nosso, o atraso de pagamento de funcionários e as outras mil coisas erradas, e não a legitimidade de um movimento social.

Ao mesmo tempo em que isso tomou proporções nacionais, ocupações são tradição na Universidade. É o meio de atingir a voz, de se fazer ser ouvido.

Não se pode generalizar e dizer que estudantes não querem a presença de tal força coibidora nos arredores, mas acredita-se ser consenso geral esperar respeito dos mesmos, afinal tratam-se de estudantes, não criminosos.

A opinião pública também é a favor.

Só os alunos (e não só os burgueses revoltosos) sabem o que é melhor lá dentro. Como funciona e desfunciona. E Reinaldo Azevedo apresentou o que parece a mais razoável das soluções: plebiscito.

Que vença a democracia, viva a democracia.

Agora vamos parar de atrapalhar que o José quer ter aula.








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