A Ditadura do Power Point

2 03 2011

Eu odeio o Power Point. E não só porque geralmente são mal feitos e cheios de fru frus.

Eles conduzem a um modo de pensar errado. ISSO LEVA A ISSO, QUE LEVA A ISSO, ISSO e ISSO. Transforma a vida (e tudo mais) num grande fluxograma sem fim.

Os efeitinhos de letras caindo e transições fofas são brinde. Vivo numa sociedade em que meus professores dão aula com Power Point e mandam trabalhos no Power Point. É errado.

Um instrumento útil é cada vez mais transformador de uma geração. A geração Power Point. Criada e ensinada com o programa. Uma sequência (in)finita.

Slides lotados de textos, onde o apresentador da vez se põe a ler. Sim, eu (e todos os outros) sabemos ler, me conte algo que não está em seu imenso texto Arial 10. Mostre me infográficos, mapas, tópicos (só se for desenvolver, por favor), gráficos, e tudo mais.

Não faça pelas coxas. Aprenda a usar, e não falo tecnicamente, digo na prática.

Professores que acabaram de comprar um Positivo Pentium 4 512mb com Office 2003 – não quero ver gifs animados no meio da aula. Dê conteúdo.

Use a ferramenta a seu favor, e não contra.

To puto com o Power Point. Acho que nem vou apresentar o trabalho essa semana.

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