Futebol, pizza e atos inconvenientes.

3 05 2010

Depois de um mega hiato no blog, volto hoje trazendo a coluna do @MrCaio! Enjoyem.

É isso aí, mais um post falando de coisas da Vida, do Universo e Tudo Mais. E já vou avisando, estou ouvindo Dawn of Victory – Rhapsody, então, estou propenso a ter ataques de fúria!

Hoje foi domingo, um dia interessante. Dia de ver jogo com a família, ao menos aqui em casa. Não importam os times, o que importa é o espetáculo do futebol. Não sou santista, muito menos torço pelo Santo André. Sou Palmeirense (em São Paulo) e tenho por natureza uma rivalidade com o Santos. Porém, um time que anda jogando tão bem merece a minha audiência. E mereceu, MESMO. Que jogo foi aquele? Um gol do Santo André aos 30 segundos do primeiro tempo! Uma resposta do Santos logo em seguida e 1 a 1 ainda na casa dos 10 minutos. Todos sabem que uma das máximas do futebol é: “Clássico que é clássico tem que ter gol, briga e expulsão”, pois é isso que tivemos. Com 20 minutos de jogo, ambos os times estavam com 1 jogador a menos em campo. Culpa de uma ação irracional de um jogador do Santo André de nome Alê, que ficou com raivinhaporque o Neymar levou um tranco e caiu. O jogo foi MUITO corrido, ótimo de se ver e, no fim, Santos estava com 8 jogadores em campo e o Santo André com 10. O placar? 3×2 pro Santo André, mas isso foi suficiente para garantir o título do estadual pro Santos. Decerto um título merecido, só que a frase do Dorival Júnior sobre o Santo André é verdadeira, “Um time tão campeão quanto o Santos”. E assim foi-se minha tarde.

No fim da tarde e no início da noite, temos a pizza. Grande, metade quatro-queijos e metade presunto. Uma delícia. Comi ela pouco antes de ir uma partida de DotA 5×5 que foi interrompida na metade por conta do lag absurdo, graças a altíssima taxa de upload que uma net de 1mb tem. Voltando a pizza, tenho que confessar que ultimamente mudei o meu gosto. Antigamente eu pedia uma pizza grande, massa grossa, com borda recheada de catupiry. Aí eu comecei a notar que você perde pizza pedindo borda recheada. Eles enviam o mesmo tamanho de pizza, só que com mais borda e menos massa. A borda cobre 30% da pizza e te deixa com míseros 70% de pizza de quatro-queijos. Quatro-queijos esses que JÁ TEM CATUPIRY. Então você fica com uma pizza de quatro-queijos COM MAIS QUEIJO. Não faz sentido. Hoje eu sou um homem feliz com minha pizza de massa fina e borda normal. Agora a borda é até crocante, por alguma razão ela queima com mais facilidade agora. Pizzaiolos, expliquem!

Pois é, só que a história da pizza não acaba aí. Agora, mais de noite, fiquei com fome novamente. Resolvi pegar um pedaço da metade de quatro-queijos, vim pro PC feliz da vida até que bati com a mão na mesa e soltei a pizza por impulso. Daí que a pizza caiu no chão e, como sempre, Murphy fez ela cair com a parte de cima pra baixo. Nessas horas você não tem reação a não ser ficar com uma cara de bunda épica que te deixa com vergonha de si mesmo. A vergonha não é da pizza ter caído, acontece, o problema é a cara de bunda que você fica. É uma sensação parecida com a de quando você deixa uma bola inteira de sorvete cair no seu tênis. Você fica com vergonha de não saber o que fazer numa situação dessas. Se esconder? Rir de si mesmo? Fingir que nada aconteceu? Xingar? Não sei… No fim, só sobra a cara de bunda.

Outra coisa que me deixou completamente agoniado hoje foi um ato inconveniente do meu primo. Ele voltou do estúdio que ele ensaia com a banda dele e resolveu parar pra ver TV. Tudo bem até aí, o problema é que ele parou na porta do meu quarto, por 15 minutos. MEU DEUS DO CÉU, eu não estou hackeando um banco ou dando um DDoS no servidor do Garena, mas não quero alguém na porta do meu quarto vendo tudo que acontece aqui. Nessa eu fico numa agonia paranóica de achar que a qualquer momento ele vai virar e me encarar enquanto eu estou com um fone de ouvido que mais parece um headset de piloto de avião, conversando no MSN e twittando. Daí eu fico me virando a cada 3 segundos pra ver se ele já saiu da porta ou se ainda está lá, encostado, vendo TV. Não me importo se ele se sentar, ir tomar um banho, desmaiar ou whatever, só quero que ele saia da porta do meu quarto. Ser humano nenhum foi feito pra ocupar dois espaços ao mesmo tempo, então, por que diabos ele quer ficar entre o quarto e a sala? Decida-se! No fim, senti um alívio tremendo quando ele entrou de vez no meu quarto pra pegar roupas e ir tomar banho. Finalmente eu pude voltar a não ter um possível par de olhos me encarando. Resolvi escrever sobre isso e CÁ ESTOU.

Agora, vou pegar um copo de água e quiçá ver Chuck ou jogar NFS: Undercover. BOA NOITE!

@MrCaio

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